Certa vez estava um pai e seu filho repartindo o pouco que tinham para comer, eram só os dois nesses tempos difíceis. Sentados a mesa eles agradecem o pão e o comem, com um pouco de café requentado que também havia sobrado do dia anterior. O menino era novo, tinha uns 6 anos, e seu pai aproximadamente uns 37 anos.
Fazia muito frio lá fora, mas eles tinham que sair para tentar ganhar alguma coisa para comprar comida para o dia seguinte. Ao passar do lado de uma loja de doces o menino olha para vitrine e vê o pirulito, o maior e mais bonito que qualquer pessoa talvez já vira. Ele era sortido de cores, as mais suculentas que já havia visto, era uma grande roda açucarada.
O menino ao terminar de admirar o pirulito olha para o pai e pergunta: – Pai, o senhor pode me comprar aquele pirulito?, O pai com estremo pesar no coração enche os olhos de lágrima e diz: – Não filho, o papai não tem dinheiro. E já escorrendo uma lágrima de seus olhos por não poder dar nem sequer um pirulito ao seu filho o menino olha para ele e diz: – Não chore pai, um dia a gente vai vencer.
Moral: Embora o menino não tivesse o pirulito ele sabia que ainda tinham um ao outro.
Essa história, embora fictícia, me faz pensar no que a gente quer e no que a gente precisa, nem sempre Deus nos dá pirulitos, mas ele sempre nos dá o pai, sempre nos dá aquilo que realmente precisamos. “Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?”. (Mateus 6:26)
Anonimous