Nossa vida não começa quando damos o primeiro suspiro, pois existir não significa exatamente viver. A natureza humana insiste em comparar a vida com a liberdade, na qual se pode fazer tudo o que dá na telha sem se preocupar com as consequências.
É isso que você chama de vida? Ter vida é mais. Esqueça absolutamente o que as cadeias da sua liberdade puseram em sua mente e observe atenciosamente as próximas palavras.
 Um dos significados da palavra liberdade é o “estado oposto ao do cativeiro ou prisão; por um prisioneiro em liberdade; dar liberdade a um escravo; ao constrangimento: falar com inteira liberdade.
Sabemos que outrora estávamos presos nas cadeias do pecado, oprimidos, sem direito a salvação, derrotados e completamente sujos pelos nossos delitos e pecados (Efésios 2.1-3). Sabemos também que Jesus Cristo morreu naquela cruz por amor a nós, não por imposição de Deus, mas como um ato voluntário para a nossa redenção. Libertando e purificando de todo o pecado, nos dando a verdadeira vida. No entanto, sempre preferimos o pecado e nossos pés correm velozes para ele (Isaias 59.7). Nos deparamos, então, com a morte (Romanos 6.23).
Novamente, te pergunto: É isso que você chama de vida? 
Jesus morreu para que você tivesse vida, Ele se fez maldito para que você pudesse ser chamado “bendito de meu Pai”, Ele foi preso para que você pudesse ser liberto.
Você faz o mínimo que agradeça ao Senhor por Seu imenso amor?
 “Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?” (Sl 116.12)
Raquel Pereira de Almeida